Tabela Selic mês a mês, de 2022 a 2026: o guia completo para corrigir valores e calcular juros
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Tabela Selic mês a mês, de 2022 a 2026: o guia completo para corrigir valores e calcular juros

Rodrigo Pacheco··17 min de leitura
Foto de Rodrigo Pacheco Vital, Sócio Fundador e CMO da VITALE Investimentos
Escrito por
Rodrigo Pacheco Vital
Sócio Fundador e CMO da VITALE · No alto padrão de Cuiabá desde 2013 · CRECI/MT 10.816-J
Publicado em 22 de julho de 2026
Em resumo

Existem duas Selic, e confundir as duas é o erro mais comum de quem procura essa informação. A primeira é a taxa meta anual definida pelo Copom, hoje em 14,25% ao ano, que aparece no noticiário. A segunda é a Selic efetiva de cada mês, divulgada pela Receita Federal, que em junho de 2026 ficou em 1,12%. É essa segunda que serve para corrigir valores em contratos, calcular juros de mora em tributos e atualizar dívidas. Nesta página você encontra a tabela completa mês a mês, o índice acumulado e exemplos resolvidos de como usar cada um deles.

Quem precisa corrigir um valor, calcular o juro de um pagamento atrasado ou atualizar uma quantia prevista em contrato acaba chegando à mesma pergunta. Qual Selic eu uso, e como faço a conta?

A curadoria VITALE reuniu aqui a tabela completa, mês a mês, o índice acumulado e, principalmente, o passo a passo de cada tipo de cálculo, com exemplos resolvidos. É uma página de consulta, feita para ser guardada nos favoritos e usada sempre que você precisar. Os dados oficiais podem ser conferidos no sistema SICALC, da Receita Federal, e na página do Copom, no Banco Central.

As duas Selic, e por que quase todo mundo confunde

Antes de qualquer conta, é preciso resolver essa confusão, porque ela é a origem de quase todo erro de cálculo.

A Selic meta é a taxa básica de juros da economia, definida pelo Copom a cada quarenta e cinco dias e expressa em percentual ao ano. É ela que aparece nas manchetes, hoje em 14,25% ao ano. Ela orienta o custo do dinheiro no país inteiro, influencia o crédito, os investimentos e a inflação, e é uma decisão de política monetária.

A Selic efetiva mensal é outra coisa. Ela é o resultado real observado a cada mês, divulgado em percentual mensal, e é a que a Receita Federal utiliza para corrigir valores e calcular juros. Em junho de 2026, por exemplo, ela ficou em 1,12%. É esse número, e não os 14,25%, que entra na conta de quem precisa atualizar uma quantia.

CaracterísticaSelic metaSelic efetiva mensal
Quem define ou divulgaCopom, no Banco CentralApurada e divulgada pela Receita Federal
Como é expressaPercentual ao anoPercentual do mês
Valor de referência14,25% ao ano1,12% em junho de 2026
Para que servePolítica monetária e custo do créditoCorreção de valores e juros de mora
Onde apareceNoticiário econômicoContratos, tributos e processos

NotaComparação elaborada pela curadoria VITALE. Os valores de referência correspondem a julho de 2026 e mudam a cada reunião do Copom e a cada mês encerrado.

Guarde a regra prática. Se você está falando de economia, cenário e custo do crédito, use a taxa meta anual. Se você está fazendo uma conta para corrigir um valor, use a tabela mensal que apresentamos a seguir.

O que é o índice acumulado

Ao lado da taxa de cada mês existe um segundo número, o índice acumulado, e ele é a ferramenta mais poderosa desta página.

O índice acumulado é a soma de todas as taxas mensais da Selic desde janeiro de 1995. Como ele é uma soma, e não uma multiplicação, basta subtrair o índice de um mês do índice de outro para saber exatamente quanto a Selic acumulou entre eles.

Essa característica torna a correção de valores muito simples. Em vez de somar mês a mês, você pega o índice do mês final, subtrai o índice do mês inicial, e o resultado já é o percentual acumulado do período. Um cálculo que pareceria trabalhoso vira uma única subtração.

Vale registrar o motivo técnico dessa lógica. Os juros de mora federais são calculados de forma simples, e não composta, justamente por isso o índice é construído por soma. É uma escolha da legislação que favorece o contribuinte em prazos longos, e conhecê la evita cálculos inflados por engano.

Tabela Selic mês a mês, de 2022 a 2026

A seguir, a tabela completa. A primeira coluna traz o mês, a segunda a taxa Selic efetiva daquele mês e a terceira o índice acumulado ao fim do período.

2026

MêsTaxa Selic do mêsÍndice acumulado
Junho1,12%436,80
Maio1,07%435,68
Abril1,09%434,61
Março1,21%433,52
Fevereiro1,00%432,31
Janeiro1,16%431,31

2025

MêsTaxa Selic do mêsÍndice acumulado
Dezembro1,22%430,15
Novembro1,05%428,93
Outubro1,28%427,88
Setembro1,22%426,60
Agosto1,16%425,38
Julho1,28%424,22
Junho1,10%422,94
Maio1,14%421,84
Abril1,06%420,70
Março0,96%419,64
Fevereiro0,99%418,68
Janeiro1,01%417,69

2024

MêsTaxa Selic do mêsÍndice acumulado
Dezembro0,93%416,68
Novembro0,79%415,75
Outubro0,93%414,96
Setembro0,84%414,03
Agosto0,87%413,19
Julho0,91%412,32
Junho0,79%411,41
Maio0,83%410,62
Abril0,89%409,79
Março0,83%408,90
Fevereiro0,80%408,07
Janeiro0,97%407,27

2023

MêsTaxa Selic do mêsÍndice acumulado
Dezembro0,89%406,30
Novembro0,92%405,41
Outubro1,00%404,49
Setembro0,97%403,49
Agosto1,14%402,52
Julho1,07%401,38
Junho1,07%400,31
Maio1,12%399,24
Abril0,92%398,12
Março1,17%397,20
Fevereiro0,92%396,03
Janeiro1,12%395,11

O ponto de partida desta série é dezembro de 2022, quando a taxa do mês foi de 1,12% e o índice acumulado fechou em 393,99.

NotaFonte dos dados: sistema SICALC, da Receita Federal. Percentuais mensais efetivos da Selic e respectivo índice acumulado. Esta página é atualizada mensalmente pela curadoria VITALE. Para cálculos oficiais, confirme sempre no sistema da Receita Federal e com o seu contador.

A Selic mês a mês desde dezembro de 2022. Repare no vale de 2024 e na retomada forte a partir de 2025
A Selic mês a mês desde dezembro de 2022. Repare no vale de 2024 e na retomada forte a partir de 2025

Quanto a Selic acumulou em cada ano

Olhar o ano inteiro ajuda a enxergar o movimento com clareza, e o resultado é revelador.

O acumulado de cada ano, obtido pela soma das taxas mensais. O ano de 2025 foi o mais caro do período
O acumulado de cada ano, obtido pela soma das taxas mensais. O ano de 2025 foi o mais caro do período

Em 2023, a Selic acumulou 12,31%. Em 2024, o ritmo desacelerou e o acumulado caiu para 10,38%, o menor do período. Em 2025 veio a virada, com o acumulado saltando para 13,47%, refletindo o aperto monetário que levou a taxa meta ao pico de 15% ao ano. Nos seis primeiros meses de 2026, o acumulado já soma 6,65%.

Esse desenho conta a história recente da economia brasileira em três atos. Um ano de juros altos, um ano de alívio e um novo aperto, seguido do início de um ciclo de cortes gradual em 2026. Para quem tem valores a corrigir, isso significa que o período em que a dívida ou o crédito ficou em aberto pesa muito no resultado final.

Como corrigir um valor entre duas datas

Este é o cálculo mais comum e o mais simples de todos, graças ao índice acumulado.

A regra é direta. Pegue o índice acumulado do mês final, subtraia o índice acumulado do mês inicial, e o resultado é o percentual de correção do período. Depois é só aplicar esse percentual sobre o valor original.

PassoExemplo prático
Valor originalR$ 200.000,00, referente a janeiro de 2024
Índice do mês inicial407,27, referente a janeiro de 2024
Índice do mês final436,80, referente a junho de 2026
Diferença entre os índices436,80 menos 407,27, resultando em 29,53%
Correção em reaisR$ 200.000,00 multiplicado por 29,53%, resultando em R$ 59.060,00
Valor corrigidoR$ 259.060,00

NotaExemplo didático elaborado pela curadoria VITALE com base na tabela desta página. Confirme sempre o cálculo aplicável ao seu caso com um contador ou advogado.

Repare como a subtração dos índices elimina a necessidade de somar trinta meses um a um. É por isso que profissionais que lidam com correção de valores trabalham sempre com o índice acumulado, e não com as taxas isoladas.

Como calcular juros de mora em tributo federal

Este é o uso mais técnico da tabela, e o que mais gera dúvida. Ele aparece, por exemplo, quando alguém paga com atraso o imposto sobre o ganho de capital na venda de um imóvel.

A regra de cálculo dos juros de mora federais tem uma particularidade importante. Somam-se as taxas mensais da Selic a partir do mês seguinte ao do vencimento até o mês anterior ao do pagamento. No mês do pagamento, aplica-se um percentual fixo de 1%, independentemente de qual tenha sido a Selic daquele mês.

Etapa do cálculoAplicação no exemplo
SituaçãoTributo de R$ 60.000,00 vencido em janeiro de 2026 e pago em julho de 2026
Meses que entram na somaDe fevereiro a junho de 2026, o mês anterior ao pagamento
Soma das taxas do período1,00 mais 1,21 mais 1,09 mais 1,07 mais 1,12, resultando em 5,49%
Percentual do mês do pagamento1,00% fixo, referente a julho de 2026
Total de juros de mora6,49%
Juros em reaisR$ 60.000,00 multiplicado por 6,49%, resultando em R$ 3.894,00

NotaExemplo didático da curadoria VITALE. Além dos juros de mora, costuma incidir multa de mora calculada por dia de atraso, com limite legal. Consulte sempre o seu contador para o cálculo oficial.

Dois detalhes fazem diferença aqui. O primeiro é que o mês do vencimento não entra na soma, o que muita gente inclui por engano. O segundo é que o 1% do mês do pagamento é fixo, então não adianta procurar a Selic daquele mês na tabela, ela não se aplica a essa etapa.

Vale lembrar que os juros de mora são apenas uma parte da conta. Em atrasos de tributos federais, também incide multa de mora, calculada por dia de atraso e limitada a um teto legal. Por isso o cálculo completo deve sempre passar pelo seu contador.

Como corrigir valores em contratos imobiliários

No mercado imobiliário, a Selic aparece com frequência como índice de correção, e conhecer esse uso protege quem compra e quem vende.

Ela costuma ser adotada em situações como a devolução de valores em um distrato, a atualização de quantias em acordos e composições, a correção de valores discutidos judicialmente e a atualização de parcelas em contratos que a elegem como indexador.

PassoExemplo de devolução em distrato
Valor pago pelo compradorR$ 150.000,00, em março de 2025
Índice do mês do pagamento419,64, referente a março de 2025
Índice do mês da devolução436,80, referente a junho de 2026
Correção acumulada436,80 menos 419,64, resultando em 17,16%
Correção em reaisR$ 150.000,00 multiplicado por 17,16%, resultando em R$ 25.740,00
Valor corrigido a devolverR$ 175.740,00

NotaExemplo didático da curadoria VITALE. O índice de correção aplicável, eventuais retenções e as condições da devolução dependem do contrato e da legislação. Consulte o seu advogado.

Este exemplo mostra por que ler o índice de correção previsto em contrato é tão importante. A diferença entre corrigir um valor pela Selic, pelo IPCA ou por um índice da construção civil pode ser expressiva ao longo de meses, e essa cláusula costuma passar despercebida na assinatura.

A nossa recomendação prática é simples. Antes de assinar qualquer contrato imobiliário, identifique qual índice corrige cada valor, em que periodicidade e a partir de que data. Essa é uma das cláusulas que mais impactam o bolso e uma das que menos recebem atenção.

A Selic meta e o momento atual

Voltemos agora à outra Selic, a do noticiário, porque ela explica o contexto por trás dos números da tabela.

A trajetória da taxa meta definida pelo Copom, do pico de 15% ao patamar atual
A trajetória da taxa meta definida pelo Copom, do pico de 15% ao patamar atual

A taxa meta chegou a 15% ao ano em meados de 2025, o maior patamar em quase duas décadas. A partir de 2026, o Copom iniciou um ciclo de cortes graduais, levando a taxa a 14,75%, depois a 14,50% e, em junho, a 14,25% ao ano, onde permanece.

É um movimento real de alívio, e ao mesmo tempo modesto diante do patamar. Catorze por cento ao ano continua sendo um juro alto para qualquer economia, e a continuidade dos cortes depende do comportamento da inflação, que segue pressionada pelo cenário externo. Por isso o mercado trata a trajetória com cautela, e não como certeza.

O que a Selic faz com o mercado imobiliário

Para quem acompanha imóveis, vale entender como essa taxa chega até o setor, porque o caminho não é direto.

O financiamento imobiliário é abastecido principalmente pela poupança e por instrumentos próprios do setor, e não acompanha a Selic na mesma intensidade nem na mesma velocidade. Isso é uma proteção importante, e explica por que o crédito imobiliário não dispara toda vez que a taxa básica sobe.

Ainda assim, a influência existe e é relevante. Uma Selic alta encarece o custo do dinheiro na economia, torna a renda fixa mais atrativa e faz bancos e investidores exigirem mais retorno. O efeito aparece em taxas de financiamento mais altas, crédito mais seletivo e um comprador que pensa duas vezes antes de assumir uma parcela longa.

Quando a Selic está altaQuando a Selic está em queda
Crédito mais caro e mais seletivoFinanciamento tende a ficar mais acessível
Renda fixa concorre com o imóvelAtivo real volta a ganhar atratividade
Comprador adia decisõesDemanda represada tende a se realizar
Negociação mais favorável a quem tem capitalPreços tendem a reagir com a procura maior

NotaLeitura de mercado da curadoria VITALE, que não constitui recomendação de investimento. Cada decisão deve considerar a situação individual do cliente.

Existe uma observação que a nossa curadoria faz questão de registrar. No alto padrão, essa relação é mais suave. O comprador de altíssimo padrão frequentemente não depende do financiamento, e usa o crédito como ferramenta de alocação, e não como necessidade. Some a isso a base econômica de Cuiabá, sustentada pelo agronegócio, que tem ciclo próprio e não obedece ao calendário do Copom.

Os erros mais comuns ao usar a tabela

Reunimos aqui os enganos que mais aparecem, para que você não perca tempo nem dinheiro com eles.

  • Usar a taxa meta anual em um cálculo mensal. Aplicar 14,25% onde deveria entrar 1,12% infla o resultado de forma grosseira.
  • Incluir o mês do vencimento na soma dos juros de mora. A contagem começa no mês seguinte, e esse detalhe muda o resultado.
  • Procurar a Selic do mês do pagamento. Nessa etapa o percentual é fixo em 1%, qualquer que tenha sido a taxa daquele mês.
  • Somar as taxas mês a mês tendo o índice acumulado disponível. É trabalho desnecessário e abre espaço para erro de digitação.
  • Aplicar juros compostos. Os juros de mora federais são simples, e é justamente por isso que o índice é construído por soma.
  • Usar a Selic quando o contrato prevê outro índice. O que manda é a cláusula contratual, e não o índice mais conhecido.

Se restar qualquer dúvida sobre qual índice aplicar no seu caso, a resposta certa é consultar um contador ou advogado. Esta página é uma ferramenta de consulta e de entendimento, e não substitui a orientação profissional para um cálculo oficial.

A VITALE e a informação que orienta decisões

Na VITALE, acreditamos que informação clara é a base de qualquer boa decisão de patrimônio. Por isso mantemos esta página atualizada mês a mês, com os números oficiais e os exemplos resolvidos que faltam na maioria das fontes disponíveis.

Se você está avaliando a compra, a venda ou o financiamento de um imóvel de alto padrão em Cuiabá e Várzea Grande, e quer entender como o cenário de juros afeta a sua decisão, a nossa equipe está pronta para colocar os números na mesa ao seu lado.

Calculadora VITALE · correção pela Selic

Informe o valor, o mês inicial e o mês final. A correção usa o índice acumulado da tabela acima, o mesmo do sistema SICALC da Receita Federal.

Correção acumulada no período29,53%
Correção em reaisR$ 59.060,00
Valor corrigidoR$ 259.060,00

Ferramenta educativa da curadoria VITALE. Para cálculos oficiais, confirme no sistema da Receita Federal e com o seu contador ou advogado.

Perguntas frequentes

Qual é a taxa Selic hoje?

Existem duas respostas, e as duas estão corretas. A taxa meta definida pelo Copom está em 14,25% ao ano. Já a Selic efetiva do mês mais recente divulgado, junho de 2026, ficou em 1,12%. A primeira é usada para falar de economia e crédito, e a segunda para corrigir valores e calcular juros.

Qual a diferença entre Selic meta e Selic acumulada?

A Selic meta é a taxa básica anual definida pelo Copom, que orienta o custo do dinheiro na economia. A Selic acumulada é a soma das taxas efetivas mensais desde janeiro de 1995, divulgada pela Receita Federal, e serve para corrigir valores e calcular juros de mora em tributos e contratos.

Como corrigir um valor pela Selic?

Pegue o índice acumulado do mês final, subtraia o índice acumulado do mês inicial e aplique o resultado como percentual sobre o valor original. Por exemplo, de janeiro de 2024, índice 407,27, até junho de 2026, índice 436,80, a correção acumulada é de 29,53%.

Como calcular os juros de mora de um tributo federal atrasado?

Some as taxas mensais da Selic do mês seguinte ao vencimento até o mês anterior ao pagamento e acrescente 1% referente ao mês do pagamento. Esse percentual fixo de 1% se aplica independentemente da Selic daquele mês. Além dos juros, costuma incidir multa de mora por dia de atraso.

Por que o índice acumulado é uma soma e não uma multiplicação?

Porque os juros de mora federais são calculados de forma simples, e não composta. Essa escolha da legislação é o que permite que o índice seja construído por soma, e é também o que torna a correção de valores tão prática, bastando subtrair um índice do outro.

A Selic corrige contratos de imóveis?

Ela pode corrigir, quando o contrato a elege como índice. É comum em devoluções de valores em distratos, acordos, composições e discussões judiciais. Porém muitos contratos imobiliários usam outros índices, e o que vale é sempre a cláusula contratual, e não o índice mais conhecido.

Onde consultar a tabela Selic oficial?

Os percentuais mensais e o índice acumulado são divulgados pela Receita Federal no sistema SICALC. A taxa meta anual é definida pelo Copom e publicada pelo Banco Central. Esta página reúne os dois em um só lugar, com atualização mensal e exemplos resolvidos.

A Selic alta prejudica quem quer comprar um imóvel?

Ela encarece o custo do dinheiro na economia e torna o crédito mais seletivo, o que costuma afetar mais quem depende do financiamento. No entanto, o crédito imobiliário é abastecido principalmente pela poupança e não acompanha a Selic na mesma intensidade, o que suaviza o impacto no setor.

A autoridade por trás do conteúdo
Maykol Vital
Maykol Vital
Sócio-fundador e CEO
Rodrigo Pacheco
Rodrigo Pacheco
Sócio-fundador e CMO

Conteúdo produzido pela curadoria VITALE, sob a direção dos sócios fundadores, com CRECI/MT 10.816-J.

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