Essa é a escolha que mais divide compradores de imóvel no Brasil, e com razão, porque as duas opções têm perfis de risco, de oportunidade e de adequação a momentos de vida completamente diferentes. Entender essas diferenças antes de decidir é o que permite alinhar a escolha com a realidade de cada família.
O imóvel na planta tem como principal argumento a oportunidade de preço e de valorização durante o ciclo da obra. Incorporadoras precificam unidades no lançamento com um desconto em relação ao preço esperado na entrega para viabilizar a velocidade de vendas necessária para o financiamento da construção. Esse desconto, em empreendimentos de alto padrão bem posicionados em mercados com demanda real como Cuiabá, pode representar valorização real de 15% a 30% até a entrega das chaves. Há também a possibilidade de personalização de planta e de acabamentos em muitos empreendimentos, e a diluição do pagamento ao longo do período de obra, frequentemente sem juros ou com correção apenas pelo INCC.
Os riscos da compra na planta são igualmente reais e precisam ser considerados com honestidade. O risco de atraso de entrega é o mais frequente. A maioria dos empreendimentos entrega fora do prazo originalmente prometido, e esse atraso tem custo real para a família que precisa manter aluguel enquanto espera. O risco de construtora é o mais grave: incorporadoras com problemas financeiros podem paralisar obras, deixando o comprador com capital comprometido e sem imóvel. A verificação da saúde financeira e do histórico de entregas da incorporadora é obrigação do comprador antes de qualquer assinatura. E o risco de produto é a diferença entre o render apresentado no lançamento e o imóvel entregue na prática.
O imóvel pronto para morar tem como principal argumento a certeza. O comprador vê o que está comprando, pode avaliar o acabamento real, testar as instalações, perceber a acústica e verificar se o produto entregue corresponde ao que foi prometido. Ele pode entrar no imóvel em prazo definido, sem depender de obra concluída. E pode negociar o preço com base em informações concretas sobre o estado do imóvel e sobre o mercado atual.
A desvantagem do imóvel pronto é que não há espaço para personalização e o preço já incorpora toda a valorização que aconteceu durante a construção. O comprador está comprando no mercado secundário, com preço de mercado, sem o desconto de lançamento. Para quem precisa de certeza de prazo e de resultado, esse é o preço que vale pagar.
A VITALE orienta seus clientes sobre qual das duas opções faz mais sentido para o seu perfil específico, com a análise de risco que cada situação exige.
Vem ser VITALE.
