Os erros mais comuns de investidores iniciantes no mercado imobiliário

Os erros mais comuns de investidores iniciantes no mercado imobiliário

Equipe Editorial VITALE··4 min de leitura
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Equipe Editorial VITALE
Equipe Editorial da VITALE · No alto padrão de Cuiabá desde 2013 · CRECI/MT 10.816-J
Publicado em 25 de abril de 2026
Em resumo

Conheça os erros mais comuns de investidores iniciantes no mercado imobiliário e aprenda a evitar armadilhas que comprometem seus resultados.

Entrar no mercado imobiliário como investidor pela primeira vez é um processo que combina entusiasmo genuíno com uma série de armadilhas que o mercado não avisa sobre sua existência. Essas armadilhas não são segredo guardado pelos profissionais do setor. São simplesmente erros que aparecem com tanta frequência que qualquer consultor experiente consegue listá-los sem pensar muito. E conhecê-los antes de tomar a primeira decisão é o que permite evitar o custo de aprendê-los pela experiência direta.

O primeiro e mais frequente erro é comprar o imóvel errado pelo motivo certo. O investidor iniciante que decide que quer investir em imóvel frequentemente comete o erro de comprar o primeiro imóvel que encontra dentro do seu orçamento, simplesmente porque a decisão de investir já foi tomada e a impulsividade toma conta. Imóvel de investimento não é compra de impulso. É compra de análise. A localização, o estado de conservação, a situação jurídica, o perfil de demanda por locação e o histórico de valorização da região precisam ser verificados antes de qualquer comprometimento.

O segundo erro é subestimar o custo total do investimento. O preço de aquisição é apenas o início da conta. Existem custos de transação, que incluem ITBI, escritura e registro, que somados representam entre 3% e 5% do valor do imóvel. Existem custos de reforma ou adequação para colocar o imóvel para locação. Existem custos de corretagem caso o imóvel precise de intermediário para locação. Existem custos de manutenção recorrente. E existe o custo de vacância, os meses em que o imóvel não está gerando renda mas continua gerando despesas de IPTU e condomínio. Desconsiderar essas variáveis produz expectativas de rentabilidade que a realidade não confirma.

O terceiro erro é ignorar a liquidez. Imóvel é um ativo de baixa liquidez. Transformá-lo em caixa exige tempo e, frequentemente, algum desconto sobre o preço de mercado. O investidor que aloca capital em imóvel que pode precisar em curto prazo está criando um risco de liquidez que pode forçar uma venda em condições desfavoráveis. O imóvel deve ser alocado com capital que tem horizonte de longo prazo e que não vai fazer falta em nenhuma emergência financeira previsível.

O quarto erro é comprar em localização que não tem demanda real por locação ou por compra. Um imóvel bonito em uma localização sem mercado é um problema que nenhuma reforma resolve. Antes de comprar qualquer imóvel com objetivo de investimento, pesquisar quantos imóveis similares estão disponíveis para locação na mesma região e quanto tempo levam para ser ocupados é uma diligência básica que muito investidor iniciante pula.

A VITALE orienta investidores que estão entrando no mercado imobiliário de alto padrão em Cuiabá com a honestidade que esse processo exige. Nosso objetivo é que cada cliente tome sua primeira decisão imobiliária como investimento com a informação que ela merece.

Vem ser VITALE.

A autoridade por trás do conteúdo
Maykol Vital
Maykol Vital
Sócio-fundador e CEO
Rodrigo Pacheco
Rodrigo Pacheco
Sócio-fundador e CMO

Conteúdo produzido pela curadoria VITALE, sob a direção dos sócios fundadores, com CRECI/MT 10.816-J.

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