Essa é uma pergunta que carrega uma premissa equivocada que precisa ser desfeita antes de qualquer resposta. O projeto arquitetônico não deixa a obra mais cara. Ele torna o custo real da obra visível antes que a construção comece, o que é completamente diferente de encarecer a obra. E essa diferença é fundamental para quem está planejando qualquer construção acima de um nível básico de complexidade.
O que acontece quando uma obra começa sem projeto completo é que as decisões que deveriam ter sido tomadas no papel são tomadas na obra, sob pressão de prazo, com material já comprado e com estrutura já executada. Cada decisão tardia tem um custo que o projeto teria evitado. Uma tomada de elétrica em posição errada depois da laje concretada é uma quebra de laje e uma recomposição de acabamento. Uma parede que precisaria ser removida para abrir a cozinha depois que os azulejos foram assentados é um retrabalho com custo multiplicado pelo padrão do acabamento que vai por cima. Esses custos existem com ou sem projeto. A diferença é que o projeto os antecipa para o papel, onde são resolvidos com uma caneta e sem custo de material.
O segundo equívoco associado ao custo do projeto é a comparação do valor dos honorários com o valor total da obra. Quando alguém diz que o projeto custa R$ 80 mil em uma obra de R$ 1 milhão e conclui que isso é caro, está ignorando que projetos mal desenvolvidos ou inexistentes frequentemente geram retrabalho e desperdício que superam em múltiplos o custo do projeto. Um único problema estrutural descoberto na fase de acabamento pode facilmente custar R$ 30 mil a R$ 100 mil para ser corrigido. Um projeto que teria custado R$ 80 mil e que preveniu esse problema pagou seu custo de forma clara e mensurável.
A terceira dimensão que o projeto arquitetônico entrega e que não tem custo direto mas tem valor imenso é a clareza de escopo para orçar fornecedores. Uma obra sem projeto detalhado é cotada por estimativa, e estimativas no setor de construção têm variações de 20% a 40% que o comprador descobre quando a obra está no meio. Uma obra com projeto executivo completo é cotada por especificação, e as variações entre orçamentos de diferentes construtoras passam a refletir diferenças reais de qualidade e de margem, não diferenças de interpretação do que vai ser feito.
No alto padrão, em Cuiabá ou em qualquer mercado que se posicione nesse segmento, o projeto arquitetônico completo não é uma opção. É o ponto de partida. A VITALE reforça essa posição com todos os clientes que estão planejando construção.
Vem ser VITALE.
